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Um ano de INESCTEC.OCEAN | Centro de Excelência em Investigação e Engenharia do Oceano

Um ano a explorar o potencial do mar português.

A 28 de janeiro de 2025, a Kick-Off Meeting do INESCTEC.OCEAN juntou INESC TEC, SINTEF, Fórum Oceano e APDL para transformar o panorama europeu da inovação para o mar.

Ao longo do primeiro ano do Centro de Excelência em Investigação e Engenharia do Oceano, o INESCTEC.OCEAN promoveu transferência de conhecimento, soluções inovadoras e avanços tecnológico, sob um ecossistema colaborativo e multidisciplinar.

Quer em terra, que no mar, nos laboratórios do INESC TEC ou a bordo do navio de investigação Mar Profundo, o nosso Centro de Excelência está a escrever os próximos capítulos de uma Economia Azul global sustentável.

We are INESCTEC.OCEAN — Where the land meets the sea.

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Testes com o veículo autónomo EVA na mina a céu aberto da Malaposta | Projeto MINE.IO

Menos risco, mais eficiência: como é que a robótica subaquática está a ajudar na exploração de minas inundadas? Na Malaposta, Portugal, o projeto MINE.IO conduziu uma experiência de posicionamento, por meio de veículo robótico, de um telescópio de Muon numa mina a céu aberto. Com a ajuda do veículo autónomo EVA, foi possível colocar e recuperar o dispositivo de forma autónoma, o qual esteve a recolher dados sobre a densidade das rochas no local.

Carlos Almeida e Paula Lima, investigadores do INESC TEC envolvidos no projeto, explicam como estes testes ajudam a desenvolver e validar funcionalidades avançadas de autonomia e integração de dados para veículos subaquáticos que explorem minas inundadas. “O telescópio de Muon precisa de saber especificamente onde foi colocado e a sua orientação. Com a navegação precisa da EVA, foi possível saber exatamente onde estava posicionado e recuperá-lo”, diz Carlos Almeida.

As mesmas tecnologias e processos prosseguirão a ser alvo de testes na mina da Urgeiriça, perto de Viseu. Todos os resultados irão contribuir para os objetivos do MINE.IO relativamente à transformação digital das operações de mineração, não só assegurando a segurança dos trabalhadores, mas também permitindo uma atividade autónoma e contínua.

O Holistic Digital Mine 4.0 Ecosystem é um projeto europeu focado na industrialização, informatização e desenvolvimento sustentável do setor mineiro. O MINE.IO recebeu fundos do programa de investigação e inovação Horizonte Europa da União Europeia, ao abrigo do acordo de subvenção n.º 101091885. O INESC TEC liderou a demonstração no local de testes da Malaposta, a qual contou com outros dois parceiros de projeto, MUON Solutions e WRCP.

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Diana Viegas, liderança das mulheres e meninas na ciência | Dia Internacional da Mulher

Qual é a importância de haver mulheres em posições de liderança no ecossistema de I&D+I? Com base nas estatísticas, cerca de 35% de todas as pessoas com cursos nas áreas STEM são mulheres, o que se traduz em similar proporção no local de trabalho: 1 em cada 3 investigadores nestes campos são mulheres. Contudo, no que toca a mulheres em posição de liderança nas áreas STEM, o valor cai para 24% — 12% se o foco for posições executivas de topo. Mas porque é que estas estatísticas importam?

Desde tenra idade que Diana Viegas já sabia que queria seguir uma carreira em ciência. Depois de uma licenciatura, um mestrado e um doutoramento em Física, a investigadora chega ao INESC TEC. Da Ótica à Robótica Subaquática, o caminho de Diana Viegas no Instituto não passou despercebido: é agora a Coordenadora do INESCTEC.OCEAN. Liderar o primeiro Centro de Excelência em Investigação e Engenharia do Oceano em Portugal não só é uma grande responsabilidade, mas também um exemplo inspirador de como meninas e mulheres podem alcançar uma carreira em investigação científica e tecnológica.

Através da educação e oportunidades iguais e justas, as desigualdades de género podem ser reduzidas e as áreas de I&D+I poderão acolher ainda mais mentes brilhantes, visando transformação com impacto no mundo.

Fontes das estatísticas apresentadas: UNESCO e Fórum Económico Mundial.

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INESCTEC.OCEAN guiou a ‘Revolução Azul’ no Business2Sea em Matosinhos

Da aquacultura aos gémeos digitais, o INESCTEC.OCEAN foi porta-voz das várias soluções para a Economia Azul no Business2Sea 2025. Entre apresentações, painéis de discussão e sessões paralelas, o Centro de Excelência em Investigação e Engenharia do Oceano não passou despercebido durante os dois dias de evento.

A 13.ª edição do Business2Sea decorreu entre 24 e 25 de novembro no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões. O evento foi organizado pelo Fórum Oceano, com apoio da APDL e da Câmara Municipal de Matosinhos.

 

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Muitos ‘post-its’ para imensas ideias: assim foi o Workshop em Governança do INESCTEC.OCEAN

Durante dois dias, participantes de INESC TEC, SINTEF, APDL e Fórum Oceano discutiram cenários futuros de modelo de autonomia do nosso Centro de Excelência.

Um exercício importante não só para a consolidação do INESCTEC.OCEAN na liderança da investigação do oceano, mas também para a promoção de uma cooperação mais estreita entre os membros do consórcio fundador, refletindo um verdadeiro ambiente de Economia Azul colaborativa.

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Bacia oceânica do Hub Azul de Leixões avança a bom ritmo

Uma atualização naquele que será um dos maiores tanques para testes de tecnologias marinhas da Europa: a bacia oceânica do Hub Azul de Leixões.

Esta nova infraestrutura visa uma total transformação da Economia Azul, sob metas de descarbonização, inovação e digitalização. O Hub Azul de Leixões é coordenado pelo INESC TEC, em colaboração com a APDL, CIIMAR, Câmara Municipal de Matosinhos, Fórum Oceano e INEGI.

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Dia Internacional dos Fundos Marinhos

A nova fronteira do conhecimento, da tecnologia e da inovação. No entanto, permanece em grande parte desconhecida. O futuro sustentável do nosso planeta azul vai muito além da superfície, estendendo-se até às profundezas do oceano. A mensagem do INESCTEC.OCEAN é clara: a Economia Azul mundial, a preservação da Terra e o bem-estar começam no fundo dos oceanos.

O dia 1 de novembro assinala o primeiro Dia Internacional dos Fundos Marinhos, instituído pela Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (ISA). A data pretende celebrar a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar e o respetivo Acordo de Implementação de 1994, que asseguram a gestão equitativa e a proteção dos recursos marinhos para as gerações presentes e futuras.

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