INESCTEC.OCEAN | Where the land meets the sea
O INESCTEC.OCEAN tem um compromisso indubitável: promover um oceano mais azul por um planeta mais verde.
O Centro de Excelência em Investigação e Engenharia do Oceano, liderado pelo INESC TEC, visa investigação disruptiva, conhecimento com impacto e soluções inovadoras para o oceano.
Da costa até ao mar profundo, da robótica aos dados e inteligência artificial, adotando uma abordagem multidisciplinar para um ecossistema tão complexo e multidimensional.
Unindo ciência, indústria, políticas públicas e sociedade, o INESCTEC.OCEAN defende uma Economia Azul baseada na cooperação, modernização e uso responsável dos recursos marinhos.
Uma simbiose sustentável entre a humanidade e o mar, contribuindo para um oceano tanto produtivo, como protegido.
INESCTEC.OCEAN — Where the land meets the sea.
INESCTEC.OCEAN no programa ‘CNN Inovação’ | CNN Portugal
Perdeu o programa especial sobre o INESCTEC.OCEAN na CNN Portugal? Não se preocupe: trouxemos-lhe o episódio de CNN Inovação sobre o primeiro Centro de Excelência português em Investigação e Engenharia do Oceano.
Liderado pelo INESC TEC, o INESCTEC.OCEAN visa promover uma “revolução azul” global, através de avanços tecnológicos, soluções inovadoras e investigação com impacto nas múltiplas e complexas dimensões do ecossistema mar.
Sob a visão de uma Economia Azul cooperante, a abordagem multidisciplinar do Centro de Excelência pretende sublinhar um oceano tanto produtivo, como protegido.
Por um oceano mais sustentável. Por um planeta mais azul. Por um futuro mais verde.
Promo | INESCTEC.OCEAN no CNN Inovação | CNN Portugal
O Centro de Excelência em Investigação e Engenharia do Oceano foi o protagonista de um episódio de CNN Inovação, na CNN Portugal.
Veja o anúncio publicitário sobre o programa, que detalhou sobre as origens do INESCTEC.OCEAN, as suas atividades de I&D+I e objetivos ambiciosos rumo a um oceano mais azul e a um futuro mais verde para Portugal, Europa e o mundo.
#InTheWorks | Energizar o Atlântico: Sensores óticos do INESC TEC contribuem para eólicas offshore flutuantes
Desde a costa até ao alto mar, as tarefas de monitorização e observação são essenciais para o sucesso de soluções offshore.
Como é que o INESC TEC está a contribuir para os avanços tecnológicos em energia oceânica? Sob os objetivos da Aliança para a Transição Estratégica (ATE), os nossos investigadores instalarem múltiplos sensores óticos num protótipo de flutuador para turbinas eólicas offshore, nas instalações da Etermar, em Setúbal.
A monitorização contínua e em tempo real da etapa operacional – incluindo parâmetros como a humidade, temperatura e corrosão do material – irá “garantir que a longevidade deste tipo de estruturas seja elevada”, enfatiza Luís Coelho, investigador do INESC TEC envolvido no projeto.
A recolha de lixo marinho com a ajuda do veículo autónomo IRIS | Demonstração Final do projeto NETTAG+ na SIC
Equipamento de pesca perdido, abandonado ou descartado não é só um problema para a proteção dos oceanos, mas também para a atividade pesqueira.
Combater este flagelo requer uma abordagem multidisciplinar e uma atenção especial a preocupações ambientais, tecnológicas, económicas e societárias. Desde a sensibilização de comunidades piscatórias à recolha de lixo marinho, o projeto NETTAG+ trouxe soluções.
Tal como noticiado pela SIC, a demonstração final do projeto na Póvoa de Varzim revelou como podemos prevenir, evitar e mitigar artes de pesca “fantasma” – especialmente com a ajuda do veículo autónomo IRIS.
Veja como é que o nosso robô é capaz de detetar e ajudar a recuperar equipamento perdido no mar, tal como é explicado por Alfredo Martins, investigador do INESC TEC envolvido no projeto NETTAG+.
O foco do INESCTEC.OCEAN passa não só por contribuir para oceanos sustentáveis, mas também para uma Economia mais “Azul”. Ao valorizar o papel ativo dos pescadores, as soluções apresentadas pelo NETTAG+ asseguram uma ligação forte entre avanço tecnológico, proteção ambiental e preocupações socioeconómicas.
Da prevenção à recolha: o combate ao equipamento de pesca “fantasma” | Evento Final do projet NETTAG+ na Euronews
Depois dos testes no Mediterrâneo, a Póvoa de Varzim e o Atlântico acolheram o evento final do projeto NETTAG+. Durante mais de três anos, pescadores, cientistas e engenheiros trabalharam em conjunto para enfrentar os problemas do equipamento perdido e lixo marinho associados à atividade pesqueira.
A IRIS, um dos veículos autónomos do INESC TEC, foi uma das estrelas da demonstração, exemplificando como é que as comunicações acústicas e a navegação autónoma são capazes de contribuir para a deteção e recuperação eficientes de artes de pesca – tal como explica Alfredo Martins, investigador do INESC TEC envolvido no projeto.
A mensagem a reter é clara: a experiência e papel ativo dos pescadores foi central no desenvolvimento destas soluções práticas. Desde a prevenção à recolha e recomendações de governação, o INESCTEC.OCEAN, parceiros de projeto e comunidades locais traçaram o caminho para oceanos mais limpos e pescas mais sustentáveis.
Veja como é que a Euronews destacou as soluções inovadoras e toda a cooperação para inverter a corrente do equipamento de pesca “fantasma”.
Testes com o veículo autónomo EVA na mina a céu aberto da Malaposta | Projeto MINE.IO
Menos risco, mais eficiência: como é que a robótica subaquática está a ajudar na exploração de minas inundadas? Na Malaposta, Portugal, o projeto MINE.IO conduziu uma experiência de posicionamento, por meio de veículo robótico, de um telescópio de Muon numa mina a céu aberto. Com a ajuda do veículo autónomo EVA, foi possível colocar e recuperar o dispositivo de forma autónoma, o qual esteve a recolher dados sobre a densidade das rochas no local.
Carlos Almeida e Paula Lima, investigadores do INESC TEC envolvidos no projeto, explicam como estes testes ajudam a desenvolver e validar funcionalidades avançadas de autonomia e integração de dados para veículos subaquáticos que explorem minas inundadas. “O telescópio de Muon precisa de saber especificamente onde foi colocado e a sua orientação. Com a navegação precisa da EVA, foi possível saber exatamente onde estava posicionado e recuperá-lo”, diz Carlos Almeida.
As mesmas tecnologias e processos prosseguirão a ser alvo de testes na mina da Urgeiriça, perto de Viseu. Todos os resultados irão contribuir para os objetivos do MINE.IO relativamente à transformação digital das operações de mineração, não só assegurando a segurança dos trabalhadores, mas também permitindo uma atividade autónoma e contínua.
O Holistic Digital Mine 4.0 Ecosystem é um projeto europeu focado na industrialização, informatização e desenvolvimento sustentável do setor mineiro. O MINE.IO recebeu fundos do programa de investigação e inovação Horizonte Europa da União Europeia, ao abrigo do acordo de subvenção n.º 101091885. O INESC TEC liderou a demonstração no local de testes da Malaposta, a qual contou com outros dois parceiros de projeto, MUON Solutions e WRCP.